CIÊNCIA E CAPITALISMO
Resumo
A neutralidade e a auto-determinação da ciência parecem fazer parte do senso comum. A ciência como produto de cientistas abnegados e idealistas, que objetivam o conhecimento por si e que trabalham em laboratórios públicos de pesquisa e universidades, seguindo uma lógi ca própria, dada quase que exclusivamente pela dinâmica interna do progresso científico, tem sido a visão predominante para a maioria das pessoas, o que, por sua vez, constitui forte justificativa para o maciço apoio dado pelo Estado à pesquisa, principalmente nos países desen volvidos.
Downloads
Referências
BRAVERMAN, H. (1974), "Trabalho e Capital Monopolista", Zahar, Rio de Janeiro, 1981.
MARX, K.(1867), "O Capital", S. Paulo, Nova Cultural, 1985.
MARX, K. (1857), "Para a Crítica da Economia Política", São Paulo, Abril Cultural, 1982.
CALLON, M. (1993), "Is Science a Public Good ?" in Science, Technology & Human Values, Vol 19, n. 4, Outono 1994, Sage Publications, Thousand Oaks,1994.
CHAUÍ, M. (1994), "Convite à Filosofia", São Paulo, Ed. Ática, 1994.
GALVAN, C. G.(1982), "Capital, Tecnologia & Questionamentos", Shorin, João Pessoa.
LÉVY LEBLOND, J. & JAUBERT, A. (org.), (1975), "(Auto)Crítica de la
Ciencia", Nueva lmagen, México, 1980.
ORSENIGO, L (1989), "The Emergence of Biotechnology - lnstitutions and Markets in Industrial lnnovation, Pinter Publishers, Londres, 1989
ROSENBERG, N. (1976), "Tecnologia y Economia", Gustavo Gili, Bar celona, 1979.
ROSENBERG, N. (1982), "lnside the Black Box - Technology and Economics", Cambridge University Press, 1982.
SCHUMPETER, J. A. (1943) "Capitalismo, Socialismo e Democracia", Fundo de Cultura, Rio de Janeiro, 1961.