“Cada um no seu canto”

“Cada um no seu canto”: narrativas de um território vulnerabilizado por um megaempreendimento

Autores

Palavras-chave:

Suporte comunitário, Pandemia, Impactos psicossociais, Zona rural, Populações vulneráveis

Resumo

O presente artigo discute as ressonâncias dos processos de vulnerabilização e vulnerabilidade produzidos pela transposição do rio São Francisco na experiência da pandemia de COVID-19 para mulheres moradoras de uma Vila Produtiva Rural, no Sertão de Pernambuco, nordeste brasileiro. Partimos de uma abordagem qualitativa, adotando a Fenomenologia Hermenêutica em diálogo com a proposta pós-colonial, e utilizando entrevistas narrativas e diários de bordo, analisados através da Analítica do Sentido. Aqui, faremos um recorte, enfatizando a desmobilizaçãocomunitária e a introdução de modos de vida individualizados como ressonâncias diretas da transposição e do modo como o território da vila foi engendrado. Tais fenômenos desdobraram-se em desafios psicossociais e limitações para o enfrentamento coletivo da pandemia, produzindo uma vivência solitária e exaustiva às participantes do estudo.  

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Publicado

2026-09-21

Como Citar

Melo, A. L. C. de, Santos, S. E. de B., Marques, C., & Fernandes, S. L. (2026). “Cada um no seu canto”: “Cada um no seu canto”: narrativas de um território vulnerabilizado por um megaempreendimento. Estudos De Psicologia (Campinas), 43. Recuperado de https://puccampinas.emnuvens.com.br/estpsi/article/view/20052

Edição

Seção

PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO