Besieged Territories
Examining Psychosocial Harms in Communities Affected by Lithium Mining in the Jequitinhonha Valley
Keywords:
Community health status indicators, Community participation, Historical trauma, Mental health, Psychological traumaAbstract
The Jequitinhonha Valley, impoverished by colonial expropriation and by unequal exchange with other regions, has seen its role reshaped under the twentieth-century developmentalist paradigm through the establishment of enterprises linked to eucalyptus monoculture, hydroelectric plants, mining, conservation units, and transmission lines. This article seeks to analyze the psychosocial harms associated with lithium mining in the Jequitinhonha territories, drawing on ongoing investigative processes that employ a qualitative methodological approach, including participant observation, document analysis, and dialogues with key informants. Traditional peoples and communities are being exposed to situations of vulnerability, with the production of stereotyped images, prejudice, and false polarizations that trigger psychosocial harms capable of resulting in psychopolitical trauma. Corporate practices, by attacking collective identities, in conjunction with institutional neglect of psychosocial and environmental harms, erode the social and community fabric and weaken prospects for remaining in the territories. The development of psychosocial expert assessments is necessary to safeguard and ensure that collective human rights are brought into the debate.
Downloads
References
Almeida, S, (2018). O que é racismo estrutural? Letramento.
Amantino, M. (2006). As Guerras Justas e a Escravidão Indígena em Minas Gerais nos séculos XVIII e XIX. Varia Historia, 22(35), 189-206.
Bellenzani, R., & Carvalho, B. P. (2023). Psicologia histórico-cultural na universidade (Volume II): Saúde mental, sofrimento psíquico e psicopatologia. Editora UFMS.
Brasil. Ministério da Saúde. (2013). Caderno de Atenção Básica, n. 34: Saúde mental. Ministério da Saúde.
Cassell, E. J. (2004). The nature of suffering and the goals of medicine (2nd ed.). Oxford University Press.
Dias, L. L. C. C. (2020). Pés de lama: os deslocados internos vítimas do rompimento da barragem do Fundão. Lumen Juris.
Dobles, I. (2009). Memorias del dolor: Consideraciones acerca de las Comisiones de la Verdad en América Latina. Arlekín.
Euzébios Filho, A. (2023). Trauma psicossocial entre o fatalismo e a conscientização: Martín-Baró para pensar o Brasil e a América Latina. CRV (Coleção Estudos Avançados em Psicologia Social, v. 3).
Freire, P. (1981). Pedagogia do oprimido (9th ed.). Paz e Terra.
Freire, P. (1993). Educação como prática da liberdade (23rd ed.). Paz e Terra.
Freire, P. (2001). Ação cultural para a liberdade e outros escritos. Paz e Terra.
Gonçalves, B. S. (2017). Parecer psicossocial da violência contra os povos indígenas brasileiros: O caso Reformatório Krenak. Psicologia: Ciência e Profissão, 37(spe), 186-196. https://doi.org/10.1590/1982-3703140002017.
Haesbaert, R., & Porto-Gonçalves, C. W. (2006). A nova des-ordem mundial. Editora UNESP.
Instituto Latinoamericano de Salud Mental y Derechos Humanos. (2019, November 18). Trauma político y la transmisión transgeneracional del daño. ILAS. https://ilas.cl/nuevo/wp-content/uploads/2019/12/TRAUMA-POLITICO-Y-LA-TRANSMISION-TRANSGENERACIONAL-DEL-DAN%CC%83O.pdf.
Kinoshita, R. T., Barreiros, C. A., Schorn, M. C., Mota, T. D., & Trino, A. T. (2016). Cuidado em saúde mental: Do sofrimento à felicidade. In M. Nunes & F. L. P. Landim (Eds.), Saúde mental na atenção básica: Política e cotidiano (pp. 52-68). EDUFBA.
Langfur, H. (2017). Canibalismo e a legitimidade da guerra justa na época da Independência. Revista Brasileira de História, 37(75), 119-143.
Leite, A. C. G. (2014). Formação e atualidade da questão regional no processo de modernização do Vale do Jequitinhonha mineiro. Boletim Campineiro de Geografia, 4(1), 60-81. https://publicacoes.agb.org.br/boletim-campineiro/article/view/2515.
Lira, E. (1990). Psicología del miedo y conducta colectiva en Chile. In I Martín Baró (Dir.), Psicología social de la guerra. UCA Editores.
Lira, E., & Castillo, M. I. (1991). Psicologia de la Amenaza Politica y del Miedo. Ediciones Chile America (CESOC).
Llanos, R. A., Macías, M. A., Blanco, A., Orozco, C. M., Palacio, K. M., González, M. M., Palencia, Y. T., & Méndez, D. M. (2009). Bienestar y trauma en personas adultas desplazadas por la violencia política. Universidad Psychologica, 8(2), 455-470.
Martín-Baró, I. (1975). El valor psicológico de la represión política mediante la violencia. Estudios Centroamericanos, 30(326), 742-752.
Martín-Baró, I. (1984). La violencia política y la guerra como causas en el país del trauma psicosocial en El Salvador. Universidad Centroamericana José Simeon Cañas.
Martín-Baró, I. (1992). Los grupos con historia: un modelo psicosocial. Revista de Psicología de El Salvador, 9(43), 7-29.
Martín-Baró, I. (1996). O Papel do Psicólogo. Estudos de Psicologia, Natal, 2(1), 7-27.
Martín-Baró, I. (1998). El fatalismo como identidad cognitiva. In A. Blanco (Org.), Psicología de la liberación (pp. 39-130). Trota.
Martín-Baró, I. (2000a). Guerra y trauma en la niñez. In A. Blanco & L. De la Corte (Orgs.), Poder, ideología y violencia (pp. 289-332). Trota.
Martín-Baró, I. (2000b). Guerra y salud mental. In A. Blanco & L. De la Corte (Orgs.), Poder, ideología y violencia (pp. 333-374). Trota.
Pessanha, P. H. C. (2018). Modulações da atividade caráter massivo e do inconsciente como conceito sócio-histórico. In B. B. Sawaia, R. Albuquerque, & F. R. Busarello (Orgs.), Afeto & comum: reflexões sobre a práxis psicossocial (pp. 237-256). EDUA.
Pinto, L. H. (2023). No basta ser ambientalista: es necesario ser antirracista. El racismo ambiental y el movimiento por la justicia ambiental. In J. Monkes (Coord.), Politizar el ambiente, ambientalizar la política (pp. 113-124). Editorial Batalla de Ideas.
Sawaia, B. B. (1999). O sofrimento ético-político como categoria de análise da dialética exclusão/inclusão. In B. B. Sawaia (Ed.), As artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da desigualdade social (pp. 97-118). Vozes.
Shafir, I. P. (2015). Violencia política, miedo y amenaza en lugares de memoria. Athenea Digital. Revista de Pensamiento e Investigación Social, 15(4), 155-172.
Silva, H. M. M., Oliveira, L. T. G., & Carvalho, N. F. (2025). Relatório Técnico: Referência IC nº 0034.24.000058-7 (SRU); nº 04.16.0034.012372020.24-64 (MPE). Ministério Público do Estado de Minas Gerais.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Pedro Henrique Chaves Pessanha, Aline Weber Sulzbacher

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.







