The mental health institution as a social device for producing subjectivity
Keywords:
Social support, Psychotherapy, Health care reformAbstract
The institution of Mental Health is analyzed as a device for producing subjectivity. Though it deals with a unique production sector, the application of the analytical frame of reference of Social Formations and the market, as espoused by Marx, may bring to light some extremely useful aspects in the analysis of the composition and productive effects of such practices in the field of mental health, within our context, at this present moment in time. Two production modes stand out in clear contradiction: their arguments are consistent with either that of the capitalist mode of production or with the cooperative mode of production that preceded it; the definition of health will vary radically according to the case. It may be concluded that, within both the psychic and mental spheres, health production is inseparable from the production of subjectivity, being either syntonic or dystonic, according to the mode of production that provides the foundations for its fulfillment. With these elements, a new definition for psychic health is being proposed here as a basis for actions of Psychosocial Care.
Downloads
References
Alberti, S., & Figueiredo, A. C. (Org.) (2006). Psicanálise e saúde mental, uma aposta. Rio de Janeiro: Companhia de Freud.
Altoé, S. (Org.) (2004). René Lourau, analista institucional em tempo integral. São Paulo: Hucitec.
Amarante, P. (1995). Loucos pela vida: trajetória da reforma psiquiátrica no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz.
Amarante, P. (2007). Saúde mental e atenção psicossocial. Rio de Janeiro: Fiocruz.
Brasil. Ministério da Saúde. (2004). Saúde mental no SUS: os centros de atenção psicossocial. Brasília: MS.
Clavreul, J. (1983). A ordem médica: poder e impotência do discurso médico. São Paulo: Brasiliense.
Costa-Rosa, A. (1992). A essência das práticas em saúde mental alternativas ao Modelo Asilar: o modelo psicossocial. Resumos de Comunicações Científicas do II Congresso de Psicologia de São Paulo (Vol. 1, pp.248-252). São Paulo: Oboré.
Costa-Rosa, A. (2000). O Modo psicossocial: um paradigma das práticas substitutivas ao modo asilar. In P. Amarante (Org.), Ensaios: subjetividade, saúde mental, sociedade (pp.141-168). Rio de Janeiro: Fiocruz.
Costa-Rosa, A., Luzio, C. A., & Yassui, S. (2003). Atenção psicossocial: rumo a um novo paradigma em saúde mental coletiva. In P. Amarante (Org.), Archivos de saúde mental e atenção psicossocial (pp.13-41). Rio de Janeiro: Nau.
Fioravante, E. (1978). Modo de produção, formação social e processo de trabalho. In E. Fioravante, E. Vargas, M. Godelier, S. Dvitçioglu, S. Stuchevski, L. Vasiliev, et al. (Orgs.), Conceito de modo de produção (pp.31-45). Rio de Janeiro: Paz e Terra.
Fleming, M. (1976). Ideologias e práticas psiquiátricas. Porto: Afrontamento.
Gruppi, L. (1978). O conceito de hegemonia em Gramsci. Rio mde Janeiro: Graal.
Guattari, F. (1981). Revolução molecular: pulsações políticas do mdesejo. São Paulo: Brasiliense. Guattari, F., & Rolnik, S. (1986). Micropolítica, cartografias do desejo. Petrópolis: Vozes.
Kuhn, T. S. (1978). A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva.
La Passade, G. (1971). El analizador y el analista. Barcelona: Gediza S/A.
Lacan, J. (1992). O Seminário: o avesso da psicanálise (Livro 17). Rio de Janeiro: Jorge Zahar.
Lancetti, A. (2006). Clínica peripatética. Rio de Janeiro: Hucitec.
Lourau, R. (1975). Análise institucional. Petrópolis: Vozes.
Luz, M. T. (1979). As Instituições médicas no Brasil. Rio de Janeiro: Graal.
Marx, K. (1975). Formações econômicas pré-capitalistas. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
Marx, K. (n.d.). O capital (Vol. 1). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. (Originalmente publicado em 1898).
Nery, M. P., & Costa, L. F. (2008). A pesquisa em psicologia clínica: do indivíduo ao grupo. Estudos de Psicologia (Campinas), 25 (2), 241-250. doi: 10.1590./s0103-166X2008000200009.
Pain, J. S., & Almeida Filho, N. (2000). A crise da saúde pública e a utopia da saúde coletiva. Salvador: Casa da Qualidade.
Santos, N. R. (2009). Reforma sanitária e o sistema único de saúde: tendências e desafios após 20 anos. Saúde em Debate, 23 (81), 13-26.
Santos, C. E., & Costa-Rosa, A. (2007). A Experiência da toxicomania e da reincidência a partir da fala dos toxicômanos. Estudos de Psicologia (Campinas), 24 (4), 487-502. doi:10.159/S0103-166X2007000400008.
Tenório, F. (2000). Desmedicalizar e subjetivar: a especificidade da clínica da recepção. Cadernos IPUB, 17 (1), 79-91.
Tenório, F. A. (2001). Psicanálise e a clínica da reforma psiquiátrica. Rio de Janeiro: Rios Ambiciosos.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2023 Abílio da COSTA-ROSA

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.







