Eating away-from-home of consumers from Campinas city, São Paulo, Brazil

Autores/as

  • Michele SANCHES Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Engenharia de Alimentos, Departamento de Alimentos e Nutrição
  • Elisabete SALAY Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Engenharia de Alimentos, Departamento de Alimentos e Nutrição

Palabras clave:

Feeding, Feeding behavior, Food habits, Food services

Resumen

Objetivo
Falha no reconhecimento e acompanhamento do estado nutricional é a razão mais importante da desnutrição em pacientes hospitalizados. Este estudo objetivou avaliar o estado nutricional dos pacientes e comparar os resultados com os níveis séricos de pré-albumina.
Métodos
Foram incluídos 97 pacientes no estudo, internados consecutivamente. O risco de desnutrição foi avaliado de acordo com dados antropométricos e com a Avaliação Subjetiva Global e Triagem de Risco Nutricional 2002. Os estados nutricionais dos pacientes foram comparados com suas idades, sexo, índice de massa corporal, histórico médico, perda de peso e análises bioquímicas, incluindo pré-albumina e tempo de permanência hospitalar.
Resultados
De acordo com o Triagem de Risco Nutricional 2002, 57% dos pacientes estavam desnutridos ou em risco de desnutrição, apresentando boa correlação com o Avaliação Subjetiva Global (p<0,001, r=0,700). A análise multivariada mostrou correlações positivas entre desnutrição e idade, perda de peso, malignidade e proteína reativa-C (p=0,046, p=0,001, p=0,04 e p=0,002). Um escore ≥3 no Triagem de Risco Nutricional 2002 foi associado à internação prolongada (p<0,001). Houve correlação entre pré-albumina sérica e o estado nutricional, independente do número de doenças crônicas e biomarcadores de inflamação (p=0,01). A sensibilidade, especificidade, valor preditivo positivo, valor preditivo negativo e valor diagnóstico da pré-albumina na avaliação do risco de desnutrição foram de 94%, 32%, 0,67, 0,78 e 69, respectivamente. Após sete dias de suporte nutricional, o risco de desnutrição caiu em 12% (p<0,001) e os níveis séricos de pré-albumina aumentaram em 20% (p=0,003).
Conclusão
Ao invés de refletir o estado nutricional global do paciente, níveis séricos baixos de séricos de pré-albumina podem ser vistos como um sinal de maior risco de desnutrição, exigindo uma avaliação nutricional mais extensa. A análise sérica de pré-albumina pode ser usada para o monitoramento de pacientes recebendo suporte nutricional

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Publicado

2011-04-30

Cómo citar

SANCHES, M. ., & SALAY, E. . (2011). Eating away-from-home of consumers from Campinas city, São Paulo, Brazil. Revista De Nutrição, 24(2). Recuperado a partir de https://puccampinas.emnuvens.com.br/nutricao/article/view/9392

Número

Sección

ARTIGOS ORIGINAIS