Eating away-from-home of consumers from Campinas city, São Paulo, Brazil
Palabras clave:
Feeding, Feeding behavior, Food habits, Food servicesResumen
Objetivo
Falha no reconhecimento e acompanhamento do estado nutricional é a razão mais importante da desnutrição em pacientes hospitalizados. Este estudo objetivou avaliar o estado nutricional dos pacientes e comparar os resultados com os níveis séricos de pré-albumina.
Métodos
Foram incluídos 97 pacientes no estudo, internados consecutivamente. O risco de desnutrição foi avaliado de acordo com dados antropométricos e com a Avaliação Subjetiva Global e Triagem de Risco Nutricional 2002. Os estados nutricionais dos pacientes foram comparados com suas idades, sexo, índice de massa corporal, histórico médico, perda de peso e análises bioquímicas, incluindo pré-albumina e tempo de permanência hospitalar.
Resultados
De acordo com o Triagem de Risco Nutricional 2002, 57% dos pacientes estavam desnutridos ou em risco de desnutrição, apresentando boa correlação com o Avaliação Subjetiva Global (p<0,001, r=0,700). A análise multivariada mostrou correlações positivas entre desnutrição e idade, perda de peso, malignidade e proteína reativa-C (p=0,046, p=0,001, p=0,04 e p=0,002). Um escore ≥3 no Triagem de Risco Nutricional 2002 foi associado à internação prolongada (p<0,001). Houve correlação entre pré-albumina sérica e o estado nutricional, independente do número de doenças crônicas e biomarcadores de inflamação (p=0,01). A sensibilidade, especificidade, valor preditivo positivo, valor preditivo negativo e valor diagnóstico da pré-albumina na avaliação do risco de desnutrição foram de 94%, 32%, 0,67, 0,78 e 69, respectivamente. Após sete dias de suporte nutricional, o risco de desnutrição caiu em 12% (p<0,001) e os níveis séricos de pré-albumina aumentaram em 20% (p=0,003).
Conclusão
Ao invés de refletir o estado nutricional global do paciente, níveis séricos baixos de séricos de pré-albumina podem ser vistos como um sinal de maior risco de desnutrição, exigindo uma avaliação nutricional mais extensa. A análise sérica de pré-albumina pode ser usada para o monitoramento de pacientes recebendo suporte nutricional
Descargas
Citas
Economic Research Service. Food CPI and expenditures: food expenditure tables. Washington (DC): ERS; 2009 [cited 2009 May 31]. Available from:<http://www.ers.usda.gov>.
Department for Environment Food and Rural Affairs. Family food 2002-2003. London: TSO; 2004 [cited 2007 Jan 10]. Available from: <http://www.defra.gov.uk/help.asp 2004>.
Lambert JL, Batalha MO, Sproesser RL, Silva AL, Lucchese T. As principais evoluções dos comportamentos alimentares: o caso da França. Rev Nutr. 2005; 18(5):577-91. doi: 10.1590/S1415-52732 005000500001.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa de orçamentos familiares 2002/2003: primeiros resultados - Brasil e grandes regiões. Rio de Janeiro: IBGE; 2004.
Schlindwein MM. Influência do custo de oportunidade do tempo da mulher sobre o padrão de consumo alimentar das famílias brasileiras [tese]. Piracicaba: Universidade de São Paulo; 2006.
National Restaurant Association. Nutrition and healthy lifestyles. Washington (DC): NRA; 2004 [cited 5 July 2004]. Available from:.
Ayala GX, Mueller K, Lopez-Madurga E, Campbell NR, Elder JP. Restaurant and food shopping selections among latino women in the southern California. J Am Diet Assoc. 2005; 105(1):38-45. doi:10.1016/j.jada.2004.10.023.
Liu Y, Jang SS, Perceptions of Chinese restaurants in the U.S.: what affects consumer satisfaction and behavioral intentions? Int J Hospitality Manag. 2009; 28(3):338-48. doi:10.1016/j.ijhm.2008.10. 008 .
Johns N, Pine R Consumer behavior in the foodservice industry: a review. Hospitality Manag. 2002; 21(2):119-34. doi:10.1016/S0278-4319(02) 00008-7.
Castelo Branco NSD, Salay E. Attitude of consumers in relation to eating out in the commercial center of Rio de Janeiro, Brazil. Foodservice Res Int. 2001; 13(1):57-65. doi: 10.1111/j.1745-4506.2001.tb0 0029.x.
Jomori MM. Escolha alimentar do comensal de um restaurante por peso [dissertação]. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina; 2006
Castelo Branco NSD, Salay E, Barbosa CG. Alimentação fora do domicílio: II. Tipos de estabelecimentos de consumo no horário de almoço, centro comercial do município do Rio de Janeiro. Rev Univ Rural: Série Ciênc Humanas. 2003; 25(1-2):53-62
Abreu ES, Torres EAFS. Restaurante “por quilo”: vale o quanto pesa? Uma avaliação do padrão alimentar em restaurantes em São Paulo, SP. Nutrire. 2003; 25(1):21-36.
Salas CKTS, Spinelli MGlN, Kawashima LM, Ueda AM. Teores de sódio e lipídios em refeições almoço consumidas por trabalhadores de uma empresa do município de Suzano, SP. Rev Nutr. 2009; 22(3): 331-9. doi: 10.1590/S1415-52732009000300003.
Bandoni DH, Jaime PC. A qualidade das refeições de empresas cadastradas no programa de alimentação do trabalhador na cidade de São Paulo. Rev Nutr. 2008; 21(2):177-84. doi:10.1590/S1415-527 32008000200006.
Bezerra IN, Sichieri, R. Eating out of home and obesity: a Brazilian nationwide survey. Public Health Nutr. 2009; 12(11):2037-43. doi:10.1017/S136898 0009005710.
Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados. Perfil municipal de Campinas. São Paulo: Seade; 2009 [acesso 31 maio 2009]. Disponível em:< http://www.seade.gov.br/produtos/perfil/perfil.php>.
Warner RM. Applied statistics: from bivariate through multivariate techniques. Los Angeles: Sage Publications; 2008.
Castelo Branco NSD, Salay E, Barbosa CG. Alimentação fora do domicílio: I. caracterização da frequência, centro comercial do município do Rio de Janeiro. Rev Univ Rural: Série Ciênc Humanas. 2003; 25(1-2):41-51
Ebbin R. Americans’ dining-out habits. Washington (DC): National Restaurant Association; 2000 [cited 2006 Aug 21]. Available from: <http://www.restaurant.org/rusa/magArticle.cfm?ArticleID=138>.
Kearney JM, Hulshof K, Gibney MJ. Eating patterns: temporal distribution, converging and diverging foods, meals eaten inside and outside of the home -implications for developing FBDG. Public Health Nutr. 2001; 4(2B):693-8. doi: 10.1079/PHN2001 156.
Stockley L. The national catering initiative offering the consumer a choice: findings from research into consumer attitudes to healthier eating out. London: Health Educ Authority; 1996.
Binkley JK. The effect of demographic, economic, and nutrition factors on the frequency of food away from home. J Consum Affairs. 2006; 40(2):372- 91. doi: 10.1111/j.1745-6606.2006.00062.x.
Proença RPC. Qualidade nutricional e sensorial na produção de refeições. Florianópolis: UFSC; 2005.
French SA, Harnack L, Jeffery RW. Fast food restaurant use among women in the Pound of Prevention study: dietary, behavioral and demographic correlates. Int J Obes Relat Metab Disord. 2000; 24(10):1353-9
Silva MGC, Ferreira ALR, Sampaio HAC, Sabry MOD, Priore SE, Vieira VCR. Hábitos alimentares e consumo de lanches. Nutr Pauta. 2001; 9(46):14- 20.
Worsfold D. Consumer information on hygiene inspections of food premises. J Foodservice. 2006; 17(1):23-31. doi: 10.1111/j.1745-4506.2006.000 17.x.
Perlmutter CA, Gregoire MB. Factors influencing customer purchasing in a worksite cafeteria. Foodservice Res Int. 1998; 10(3):159-68. doi: 10.1111/j.1745-4506.1998.tb00149.x.
Glanz K, Basil M, Maibach E, Goldeberg J, Snyder D. Why Americans eat what they do: taste, nutrition, cost, convenience, and weight control concerns as influences on food consumption. J Am Diet Assoc. 1998; 98(10):1118-26. doi:10.1016/S0 002-8223(98)00260-0.
Maestro V, Salay E. Informações nutricionais e de saúde disponibilizadas aos consumidores por restaurantes comerciais, tipo fast food e full service. Ciênc Tecnol Aliment. 2008; 28(Supl.):208-216. doi: 10.1590/S0101-20612008000500032.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2023 Bulent SAKA, Gulistan Bahat OZTURK, Sami UZUN, Nilgun ERTEN, Sema GENC, Mehmet Akif KARAN KARAN, Cemil TASCIOGLU, Abdulkadir KAYSI

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.






