Territorio y Salud Psicosocial: producción de factores protectores en un campamento de lucha por la reforma agraria
produção de fatores protetivos em acampamento de luta pela reforma agrária
Palabras clave:
campamento, movimientos sociales, psicología social, reforma agraria, salud mentalResumen
A partir de la afirmación de derechos al bien común y a una vida digna, la función social de la tierra, prevista en la Constitución Federal Brasileña de 1988, se erige como un principio rector. Este estudio de carácter cualitativo tiene como objetivo analizar las posibles contribuciones del campo de la atención psicosocial en la elaboración de documentos relacionados con los procesos de implementación de la reforma agraria, partiendo de la elucidación de la producción de factores protectores en salud mental. Además de la revisión bibliográfica, la investigación se basa en un corpus empírico constituido por cinco entrevistas semiestructuradas realizadas a campesinas y campesinos vinculados a un movimiento de lucha por la tierra. El estudio se desarrolló en articulación con las prácticas de la Red de Salud Mental de dicho movimiento. A partir del análisis realizado, se retoma la concepción de los Determinantes Sociales de la Salud, vinculándolos con los factores protectores identificados en los relatos sobre la experiencia en el campamento. Se concluye que las condiciones generadas en ese territorio y construidas colectivamente, posibilitadas por la organicidad propia del movimiento, constituyeron factores protectores en salud, abarcando condiciones de vida, trabajo, relaciones sociales y con la naturaleza, así como comportamientos y estilos de vida. Evidenciar estos factores resulta relevante para reafirmar la defensa de la permanencia en el territorio.
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